quinta-feira, 24 de novembro de 2016

PRAIAS PARA CURTIR O VERÃO

Ainda não sabe para onde viajar neste fim de ano? Confira alguns dos melhores destinos praianos em Santa Catarina e arrume as malas!

Cansado de ir todos os anos para a mesma praia? Por que não aproveitar este verão para conhecer algum destino diferente? Afinal, areia, pedras e mar não são os mesmos por todo o litoral catarinense. Para quem vai acompanhado, sozinho, com os amigos ou os filhos há um cantinho ideal no litoral para a sua viagem.






DÊ UM PULINHO AO LADO

Selecionamos um passeio bate-e-volta imperdível para uma escapadinha na viagem...

Pode ser a primeira, segunda ou a décima vez que você visita a cidade. Mas com tantas atrações a serem vistas e o tempo de férias sempre curto, aquele lugarzinho logo ao lado acaba ficando esquecido. Por isso, selecionamos um passeio bate-e-volta imperdível para dar uma escapadinha na viagem.
Se for para Florianópolis...
... não deixe de ir para Guarda do Embaú

Considerada um dos destinos mais bonitos de Santa Catarina, a Praia da Guarda do Embaú fica no município de Palhoça, a 50 km de Floripa. Ideal para quem quer fugir do burburinho da capital, ela encanta turistas pela natureza preservada e a simplicidade do vilarejo. O mar gelado e arredio atrai muitos surfistas e jovens, público predominante no verão. Para chegar às areias, é preciso cruzar o Rio da Madre, que corre paralelo à costa. Se a maré estiver alta, a travessia pode ser feita de barquinho, caso contrário, dá para ir a pé mesmo, com água na altura da cintura.
Como chegar: O acesso é feito pela rodovia BR-101. Ao identificar a placa de sinalização “Pinheira/Guarda do Embaú”, siga pela estrada de terra e vire à direita ao final dela.

VAI CAIR NA FOLIA? VEJA DESTINOS MAIS PROCURADOS PARA O CARNAVAL

Veja quais são as cidades mais buscadas pelos turistas para o carnaval...



Existe época melhor para estar solteiro do que o carnaval? Pois se você quer curtir a festa desacompanhado, Florianópolis e outras cidades litorâneas de Santa Catarina têm muito o que oferecer. Além de festas luxuosas à beira-mar e diversas casas noturnas, o estado também conta com algumas das praias mais bonitas do Brasil. 

DESTINO PARA FAZER UM BATE E VOLTA

Pegue o carro e caia na estrada! Destino ideal para quem quer relaxar no final de semana...

Quem disse que não dá para aproveitar um feriado curto ou um final de semana para viajar? São vários os destinos que podem ser visitados de carro. Se está cansado de ir sempre para os mesmos destinos, há muitos lugares que merecem ser descobertos. Então coloque o pé na estrada e saia da rotina!  Um bate e volta em Santa Catarina:

Turismo em Santa Catarina:

A cidade tranquila, com belas praias e recheada de história e cultura, é conhecida como a terra de Anita Garibaldi. Localizada a apenas 120 de Florianópolis, a região tem como um dos pontos turísticos o Farol de Santa Maria, que possui 29 metros de altura e cinco de diâmetro. Praias, como Gravatá e Cigana, acessíveis por barco, são opções para quem busca sossego. Já o Mar Grosso, que conta com uma grande pesca de tainha, e a praia da Galheta são indicadas para quem gosta de agito.

Turismo em Santa Catarina:


PONTA DOS GANCHOS EXCLUSIVE RESORT MELHOR DAS AMÉRICAS


Eleito o melhor resort de praia do continente no conceituado Global Hotel Awards da Haute Grandeur (https://hautegrandeur.com/

sábado, 19 de novembro de 2016

TURISTAS SÃO RECEBIDOS EM COLÔNIA EM SC

Programa desenvolvido no interior de Santa Catarina permite que turistas fiquem em casa de agricultores e vivenciem a rotina no campo.


A Acolhida na Colônia (http://acolhida.com.br/) é um programa desenvolvido em pequenas propriedades dedicadas à agricultura orgânica, com o objetivo de aproximar o turista urbano da vida do campo. O programa nasceu na França, nos anos 80, e hoje em dia existe em vários países do mundo. O Brasil foi o primeiro país da América Latina a entrar no "Accueil Paysan" (http://www.accueil-paysan.com/en/), que em francês quer dizer "acolhimento campesino". 


A experiência-piloto começou no Sudeste de Santa Catarina e a ideia permanece até hoje. Os turistas são recebidos em casas de agricultores orgânicos. São cerca de cinquenta famílias dedicadas ao agroturismo e que oferecem atividades complementares, como hospedagem, alimentação, vendas de produtos, lazer, educação ambiental e turismo de conhecimentos.

Roteiros

Os roteiros podem ser feitos em apenas um final de semana, em feriados prolongados ou em férias.


Em um deles, que pode ser feito em quatro dias, o turista visita Anitápolis, a 110 quilômetros de Florianópolis, e Santa Rosa de Lima, que fica a 23 quilômetros de Anitápolis. Entre os destaques da cidade estão trilhas na mata, banhos de cachoeira, pesca, fogão à lenha, café colonial, visita a uma propriedade-modelo em agricultura orgânica e manejo florestal sustentável, passeio nas encostas da Serra Geral, visita às águas termais e rafting nas corredeiras do rio Braço do Norte. 


Em dois dias, é possível visitar Grão Pará, a 140 quilômetros de Florianópolis. Nesse roteiro, é possível encontrar a comida típica campeira, o delicioso café colonial, além de licores inesquecíveis. Entre as opções de passeios estão cavalgadas, trilhas, banho de rio, cachoeiras, pescaria no açude, passeio até a Serra do Corvo Branco, entre outros. 

Gravatal é outra opção de roteiro. Localizada a 100 quilômetros de Florianópolis, a cidade produz mel, bananas passa, tomate seco e molhos de tomates orgânicos. Os turistas podem conhecer um antigo engenho de farinha, além de fazer pesca no açude, trilhas pela Mata Atlântica e visitar a gruta do São Miguel. 



O PLANETÁRIO DE SANTA CATARINA

Planetários oferecem visão privilegiada do céu noturno...

Como seria o céu se não houvesse poluição alguma? É isso que tentam mostrar os planetários. Por meio de projeções digitais ou analógicas em cúpulas fechadas, estas instituições tentam proporcionar a experiência de ver estrelas, cometas e planetas da forma como estes apareceriam se não fosse pela forte influência de luzes artificiais e poluição nas cidades.


O planetário da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, promove cursos e palestras relacionados à área de astronomia. A sala de projeção tem seis metros de diâmetro e capacidade para 60 pessoas.

APRENDA A LEVAR POUCA BAGAGEM


  • O primeiro passo: escolha uma mala pequena. A lógica é uma só: espaço demais, peças em excesso.
  • Selecione peças em três ou quatro cores, que não precisam ser neutras, mas devem combinar entre si. Comece pelas peças chaves: um vestiso, uma calça, uma blusa, uma saia e uma jaqueta. Num segundo momento, separe as roupas que completarão os looks: elas deverão fazer par com todas as peças-chave.
  • Sapatos costumam ser muito volumosos, portanto economize na escolha. Leve uma sandália rasteira para o dia, uma de modelo clássico e com salto para a noite e um par de tênis para o que der e vier.
  • O critério para bolsas é simples: uma grande para o dia outra pequena para a noite. Ambas de cor neutra; prefira os tons terra.
  • Os acessórios (cintos, bijoux, lenços, presilhas) mudam a cara do look. Mas não exagere: leve um ou dois jogos de bijoux para o dia e outro para a noite.  

CONFIRA A LISTA PARA UM MÊS DE FÉRIAS

  • 5 peças básicas (1 vestido, 1 bata, 1 calça, 1 saia e 1 jaqueta)
  • 3 camisetas
  • 3 blusas
  • 2 biquínis
  • 1 short
  • 1 bermuda
  • 1 calça cigarrete
  • 1 calça de cetim
Acessórios
  • 4 jogos de bijoux (2 para o dia, 2 para a noite)
  • 1 chapéu
  • 3 sapatos
  • 2 bolsas
Obs.: diminua da bagagem o look com o qual você vai viajar

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

ATRAÇÕES PARA CRIANÇAS EM FLORIANÓPOLIS

Confira onde levar a criançada durante a estadia em Floripa...

Parques

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A cidade tem vários parques, onde as crianças podem estar perto da natureza e fazer trilhas guiadas. Um deles, o Parque Municipal da Lagoa do Peri, fica ao sul da Ilha de Santa Catarina, perto das praias da Armação do Pântano do Sul e do Morro das Pedras, a 24 quilômetros do centro de Florianópolis. Os 20 quilômetros quadrados do parque ficam em um resto de Floresta Atlântica. Entre seus destaques está a maior lagoa de água doce de Santa Catarina, com cinco quilômetros de espelho d´água. A área de lazer oferece toda a infraestrutura para os visitantes. As crianças podem ver de perto animais como jacarés, cágados e até algumas espécies em extinção, como a lontra e o jacaré do papo amarelo.

Água Show Park

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O maior parque aquático de Florianópolis fica perto da Praia dos Ingleses. Diversão garantida para crianças e adultos, o parque conta com piscinas temáticas, toboáguas, rio, praça de alimentação, entre outras atrações. Funciona das 10 às 18h.

Brinca Mundi

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Além de brinquedos e toda a infraestrutura para entreter os pequeninos, o parque conta com monitores, que brincam com crianças a partir de 5 anos. Crianças até 11 meses não pagam. O passaporte, dá à criança o direito de brincar em todos os brinquedos do parque, quantas vezes quiserem. O parque funciona de terça a domingo, inclusive feriados, das 14 às 21h.

Museu do Lixo


espaço reune objetos curiosos descartados pela comunidade (Foto: divulgação/Comcap)

Inaugurado em 2003, o Museu do Lixo pode ser uma forma de unir passeio a consciência ecológica nas crianças. As visitas devem ser agendadas por telefone e monitores acompanham as pessoas por todo o circuito de reciclagem do lixo. No local também estão expostos objetos curiosos que foram encontrados pelos funcionários da Comcap, empresa responsável pela limpeza das ruas de Florianópolis.

sábado, 5 de novembro de 2016

FLORIANÓPOLIS É ELEITA O MELHOR DESTINO PARA VISITAR SOLTEIRO

Segundo estudo da Kayak (https://www.kayak.com.br/), empresa de pesquisas de viagens online, o destino favorito dos viajantes solteiros é Florianópolis!


O verão está chegando e com ele vêm as festas favoritas de quem está solteiro: Réveillon e Carnaval. E nada melhor que aproveitar esses feriados para viajar e, de quebra, encontrar alguém para curtir as festas acompanhado.

ARREDORES DO FAROL DE SANTA MARTA

Vale a pena conhecer toda a região, que tem outros lugares paradisíacos...


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A capital do surfe em Santa Catarina. Praias como Ferrugem e Silveira são as mais procuradas por jovens, do amanhecer ao pôr do sol. A balada vai até muitas horas da madrugada, fazendo com que Garopaba não pare nunca.


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Embora seja o município que abriga o Farol, Laguna exibe um estilo diferente em seu público e nas suas atrações. Possui praias mais estruturadas e diversão garantida pela noite. Também tem praias desertas e sossego, praias com ou sem ondas, atrações históricas e bons restaurantes. Ou seja, é perfeita para a família inteira.


Abriga a famosa Praia da Vila. Badalada, palco de campeonatos mundiais de surfe e com uma boa vida noturna. Pela BR-101 não está a mais do que meia hora, em sentido norte. As atrações mais procuradas são, especialmente, suas praias.

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A Praia do Rosa pertence ao município de Imbituba, embora tenha um estilo diferenciado. Dá para compará-la à Arraial d'Ajuda, na Bahia, pelo ar rústico-chique que apresenta em suas pequenas vielas. Além disso é o maior desfile de pessoas bonitas, pelas areias, do litoral catarinense.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

AS 15 MELHORES CIDADES PARA SE VIVER EM SANTA CATARINA

A partir do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) listamos os municípios catarinenses mais bem avaliados...


Basicamente, são levados em conta três itens: vida longa e saudável (longevidade), acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda). A partir dos cálculos de cada um desses fatores, se chega ao índice geral de IDHM, organizado no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (http://www.atlasbrasil.org.br/2013/), divulgado em 2013.


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A capital de Santa Catarina aparece na primeira posição entre as cidades catarinenses com melhor IDHM, com um índice de 0,847. Uma das três capitais insulares do Brasil, Florianópolis é mundialmente conhecida pelas belas praias, que atraem turistas do mundo todo. Na economia, a capital catarinense se destaca no comércio e serviços, em boa parte impulsionados pelo turismo, produção de mariscos e atuação de empresas de tecnologia. A cidade também abriga a sede da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).


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O segundo melhor índice de desenvolvimento humano das cidades de Santa Catarina pertence a Balneário Camboriú, com 0,845. Município da foz do Rio Itajaí com população de 125 mil habitantes, segundo dados do IBGE de 2014, a cidade chega a abrigar 1 milhão de pessoas durante a alta temporada. São milhares de turistas que buscam a cidade para desfrutar de suas praias. Assim como Florianópolis, Balneário Camboriú baseia sua economia na prestação de serviços e no comércio.

3. Joaçaba

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Em terceiro lugar, com IDHM de 0,827, está o município de Joaçaba. Localizada longe das praias, no Oeste catarinense, a cidade tem pouco mais de 28 mil habitantes e integra a região do Contestado, alvo de disputa entre Paraná e Santa Catarina no começo do século 20. Inicialmente, o nome da cidade era Cruzeiro e posteriormente mudou para Joaçaba, que em tupi tem significado parecido: “cruz”. Na economia, o município se destaca na indústria de equipamentos agrícolas e na produção agropecuária.


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Com 550 mil habitantes, Joinville é a cidade mais populosa de Santa Catarina. Localizada na região nordeste do estado, está em 21ª colocação entre as cidades brasileiras com melhor IDHM, com índice de 8,809. Conhecida como “cidade das flores”, o município organiza todos os anos a tradicional Festa das Flores, evento oficial do município há mais de 70 anos. Outro evento de destaque é o Festival de Dança, considerado um dos maiores do mundo. Em Joinville está localizada a única Escola do Teatro Bolshoi fora da Rússia, com 305 alunos do Brasil, Argentina, Colômbia, Holanda e Paraguai. Economicamente, Joinville é o terceiro maior polo industrial do sul do Brasil, abrigando diversas empresas, inclusive a Fundição Tupy, a maior do mundo em seu segmento.

5. São José

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Integrante da Região Metropolitana de Florianópolis, São José tem o mesmo índice de IDHM de Joinville, mas apresenta resultado ligeiramente menor em relação a itens específicos, como longevidade. Com 225 mil habitantes, o município está em 5º lugar no ranking da economia de Santa Catarina, principalmente graças às mais de 1.200 indústrias e os 6.300 estabelecimentos comerciais. A pesca artesanal, a maricultura, produção de cerâmica utilitária e a agropecuária completam o perfil econômico da cidade.

6. Rio Fortuna

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A pequena Rio Fortuna, com 4.500 habitantes, a maioria vivendo na área rural, tem IDHM de 0,806, mesmo índice de Blumenau, mas aparece à frente por apresentar melhores resultados na avaliação de renda e escolaridade. Localizada ao pé da Serra Geral, a cidade é cercada por montanhas e vales, apresentando bom potencial ecoturístico. Na economia destaca-se pela produção de leite, de móveis e de madeira.

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A cidade da Oktoberfest brasileira tem população de 310 mil habitantes. Chamada de “pequena Alemanha”, Blumenau foi fundada por alemães em 1850. A influência germânica se mantém até hoje nos costumes, edificações e na principal festa da cidade, a Oktoberfest Blumenau, que atrai mais de 450 mil pessoas. Economicamente, além do turismo, a cidade destaca-se pela produção de têxteis, abrigando fabricantes de grandes marcas de roupas, metalurgia, mecânica e informática.

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Com IDHM de 0,803, o município tem população de 160 mil habitantes e está entre os principais polos econômicos de Santa Catarina. Algumas das maiores empresas do Brasil nos setores metal-mecânico e de confecções tem sede na cidade. A festa tradicional mais popular é a Schützenfest (Festa do Atirador) organizada pela Associação de Clubes e Sociedades de Tiro do Vale do Itapocu e Fundação Cultural de Jaraguá do Sul. O evento resgata as tradições germânicas e oferece durante 10 dias apresentações musicais e folclóricas, competições de tiro, comidas típicas e desfiles.

9. Rio do Sul

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Principal município da região do Alto Vale do Itajaí, possui IDHM de 0,802 e população de 66 mil habitantes. Economicamente a cidade se destaca na área da indústria, principalmente nos setores metal-mecânico, eletrônico e confecções. Para manter as tradições germânicas, anualmente a cidade promove a Kegelfest – Festa Nacional do Bolão. Como é banhada por vários rios, Rio do Sul de tempos em tempos precisa lidar com os prejuízos causados pelas enchentes.

10. São Miguel do Oeste

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Maior município do Extremo-Oeste de Santa Catarina, possui 40 mil habitantes e IDHM de 0,801. O nome do município é uma junção do nome do padroeiro da cidade, São Miguel Arcanjo, e do nome do distrito que deu origem à cidade, Vila Oeste. Na economia predominam as pequenas e médias empresas, com destaque para as indústrias do setor metal-mecânico, construção civil e comércio. Outro grande gerador de renda é o setor agropecuário, principalmente a produção de carne e leite.

11. Concórdia

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Com IDH de 0,800 e 72 mil habitantes, Concórdia, a 450 quilômetros de Florianópolis, é terceira maior cidade do oeste catarinense e lidera a produção nacional de suínos e aves. Não por acaso, ali nasceu a Sadia. A maior bacia leiteira de Santa Catarina e o Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves também estão em Concórdia. Em 2014, o município obteve o primeiro lugar estadual no índice Firjan de qualidade de vida, que leva em conta indicadores de educação, saúde, emprego e renda.

12. Tubarão

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Engana-se quem pensa que a cidade localizada no Sul catarinense deve seu nome ao peixe de dentes afiados e que causa medo em muita gente. Com 100 mil habitantes e IDHM de 0,796, Tubarão é chamada assim devido ao Rio Tubarão, que corta a cidade, e que em tupi-guarani era chamado de Tubá-Nharô (“pai feroz”). Em 1974 a cidade enfrentou uma grande enchente, mas conseguiu se recuperar. Hoje, destaca-se como um polo comercial da região. No turismo, atrai visitantes graças às estâncias termais e o passeio turístico ferroviário com locomotivas a vapor. É a cidade sede da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul).

13. Itapema

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Conhecida como “Capital dos Ultraleves” por causa do número de voos, Itapema é reconhecida pela boa infraestrutura que oferece aos visitantes de suas belas praias, cercadas por morros e vegetação. Com IDHM igual ao de Tubarão, só fica abaixo dela pelo desempenho menor em educação. A cidade foi colonizada por portugueses e até hoje mantém resquícios da cultura açoriana. Está entre as cidades catarinenses que mais recebe turistas e tem no setor a principal fonte de renda. 

14. Itajaí

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A sede do maior porto pesqueiro do país possui IDHM de 0,795. Localizada na foz do Rio Itajaí-Açu, a cidade foi colonizada inicialmente por portugueses, depois por alemães, e sempre teve uma forte ligação com a navegação. O Porto de Itajaí é o segundo maior porto brasileiro em movimentação de cargas em contêineres e o maior exportador de carnes congeladas do país. O município ainda abriga cerca de 50 empresas beneficiadoras de pescado. A frota de pesca conta com 500 barcos e responde por 20% da produção nacional. Em Itajaí também está localizada a maior universidade privada de Santa Catarina.
15. Brusque
Com 105 mil habitantes, Brusque tem o mesmo IDHM de Itajaí, mas é superada nos índices educacionais. Sua economia é baseada nos setores metal-mecânico, têxtil, comércio e serviços. Foi colonizada principalmente por germânicos, mas também recebeu outros povos, como irlandeses, britânicos, americanos, italianos e poloneses. A festa oficial do município é a Fenarreco – Festa Nacional do Marreco, realizada em outubro, e que conta com comidas típicas alemãs, apresentações folclóricas e musicais e feira com diversos produtos.


















quarta-feira, 2 de novembro de 2016

GAROPABA FOI CENÁRIO DE CAÇA ÀS BALEIAS

Abate foi proibido em 1973, mas a cidade ainda relembra a época em museu para reforçar a importância da preservação da espécie...

As memórias de um passado próximo, quando caçar baleias era uma atividade comum no litoral catarinense, ainda estão vivas na Praia de Garopaba. Na breve caminhada pela areia antes do passeio de barco para observar as francas, é possível avistar ossos das gigantes dos mares sob os barracões onde os pescadores guardam equipamentos. Mandíbulas inteiras estão ali. 

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Aos 96 anos e com uma lucidez impressionante, Setembrino dos Santos lembra dos tempos em que participou da atividade - ele conta que ajudou a arpoar três baleias. "A gente ia em três ou quatro (homens) no barco para matar a baleia e arrastar para a areia. Naquele tempo não tinha motor, era no remo, mesmo", conta. "Baleia é peixe manso (sic)." De acordo com seu Bino, como o aposentado é conhecido por lá, a pesca de baleias não era lucrativa - ao menos para ele. "Eu pegava o dinheiro e comprava cachaça", conta. A franca era retalhada ainda em Garopaba e levada para uma central de processamento em Imbituba. "Às vezes saíam cinco caminhões daqui. Lá eles derretiam o toucinho."

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As primeiras armações baleeiras de Santa Catarina foram construídas por colonizadores portugueses em meados do século 18. A estação de Imbituba, de 1796, foi restaurada e abriga hoje um museu que conta a história da caça e serve como espaço de reflexão sobre a importância da preservação desses mamíferos. 

Resultado de imagem para MUSEU DA BALEIA EM IMBITUBA

Aberto em 2003, o Museu da Baleia tem uma série de painéis com mapas e ilustrações sobre a relação entre homens e baleias desde a pré-história. O que mais chama a atenção, contudo, são os equipamentos empregados na caça - diferentes tipos de arpões - e no beneficiamento do animal. O tamanho dos tanques de cozimento, nos quais pedaços de gordura viravam óleo, impressiona. A substância era usada como combustível na iluminação pública e, misturada a areia e pedras, como argamassa na construção civil. Uma baleia adulta rendia 6 mil litros de óleo. 

Resultado de imagem para MUSEU DA BALEIA EM IMBITUBA

A armação de Imbituba foi desativada em 1973, ano em que foi morta a última baleia na cidade - em 1987, o governo brasileiro promulgou lei que proibiu a caça aos mamíferos (um ano após a proibição internacional). Estima-se que a população de francas antes de séculos de atividade baleeira no Hemisfério Sul oscilava em torno de 100 mil indivíduos. Hoje, são cerca de 8 mil. Lamentável, mas um dos painéis do museu lembra, acertadamente: "Condenar a caça à baleia hoje não implica desconhecer o contexto em que essa atividade se desenvolveu no passado".

terça-feira, 1 de novembro de 2016

SERRA CATARINENSE BERÇO DO TURISMO RURAL

Serra Catarinense, também chamada de Planalto Serrano, disputa a atenção dos turistas com a vizinha toda poderosa gaúcha, mas tem muito a oferecer em atrações. Morros, campos, cânions, cachoeiras, nascentes de rios e lagos formam um cenário que se espalha por várias cidades serranas, como São Joaquim, Bom Jardim da Serra, Lages, Urubici, Urupema, Painel, Bom Retiro, entre outras. A região possui 18 cidades com populações que vão de dois mil a 160 mil habitantes. 

O lugar é ideal para quem procura descanso e um contato direto com o cotidiano de uma fazenda. A tradição marca presença em fazendas da Coxilha Rica, península situada entre os rios Lavatudo, Pelotas e Pelotinhas. Na região, que tem 800 quilômetros quadrados, é possível visitar casas do século 19 e, mais que isso, se hospedar nelas. Móveis da época e uma decoração rústica dividem espaço com a fartura da mesa de café-da-manhã, que reúne delícias típicas da vida rural. Um exemplo é a Fazenda São João, de 1800, a 54 quilômetros do centro de Lages, que hoje abre seus oito quartos para hóspedes, incluindo o jantar e o café da manhã do dia seguinte. 


Mas nem só de sossego vive a Serra Catarinense. Quem gosta de aventura também tem várias opções, como caminhadas por trilhas, trilhas para veículos 4x4, banhos em cachoeiras belíssimas (se o frio deixar), caminhadas para observação de pássaros, tirolesa, rapel, entre outras atividades. 


Turismo rural 



Lages, o maior município da Serra Catarinense, tem 160 mil habitantes e é considerado o berço do turismo rural no Brasil. Foi lá que as primeiras fazendas se transformaram em hotéis, na década de 80, oferecendo aos turistas o cenário ideal para um contato direto e genuíno com a natureza e com o ambiente rural. Os visitantes podem ter experiências típicas da fazenda, como cavalgadas, ordenha de vacas, pescarias, churrasco a moda gaúcha e festas típicas nos famosos galpões crioulos, regadas a música campeira e comida feita em fogão a lenha. 


A tradição das fazendas continua, mas a modernidade chegou para aumentar o conforto dos hóspedes. No Hotel Fazenda Boqueirão, por exemplo, aquecimento central, antenas parabólicas, acesso a internet, piscina coberta e aquecida, sauna, massagem e outras regalias somaram-se ao ambiente da fazenda. Terceiro hotel de turismo rural no Brasil (os dois primeiros também ficam em Lages), o Boqueirão fica em uma área de 7.500.000 metros quadrados. Além dos passeios a cavalo, que tem como atração a lida campeira e o cotidiano da fazenda em plena atividade, as trilhas do Boqueirão Trail em veículos 4x4 pela região da Coxilha Rica são imperdíveis. Os visitantes podem apreciar as fazendas históricas, que preservam cenários e tradições centenárias. 

A modernidade e o conforto também estão presentes no Rio do Rastro Eco Resort, em Bom Jardim da Serra. Com chalés aconchegantes a beira de um lago, o hotel fica a 220 quilômetros de Florianópolis e as margens do Parque Nacional de São Joaquim. Entre os destaques da estrutura do Rio do Rastro estão camas king-size, calefação, lareira e jacuzzi dentro do quarto. O Casarão, construção que concentra as atividades de lazer do hotel, oferece academia de ginástica, sala de TV com acervo de DVDs, salão de jogos, piscina coberta e aquecida, bar, loja de souvenirs, além de jacuzzi ao ar livre. Os aventureiros, que não se contentam apenas com os momentos de relaxamento no hotel, podem se esbaldar em passeios pelos arredores da fazenda, a pé, a cavalo ou em veículos 4x4. Guias acompanham os hóspedes a passeios como cavalgadas ao Cânion da Ronda, caminhada pela Trilha do Puma Solitário, pesca de truta, entre outros. O Morro da Igreja e o Morro do Corvo Branco, em Urubici, também são opções de passeios mais distantes pela região. 


A Europa é aqui? 

A Serra Catarinense também é um convite pra quem quer conhecer o inverno mais europeu do Brasil. Apesar de decepcionar algumas pessoas, que não conseguem ver a tão esperada neve nos poucos dias em que visitam a região, o inverno de 1996 entrou para a história e na memória dos habitantes como o mais frio dos últimos tempos.Na época, além de neve mais abundante, a temperatura chegou a 17 graus negativos em Urubici, mais precisamente no Morro da Igreja, que tem 1822 metros de altitude. Em 2007, no dia 29 de maio, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), São Joaquim registrou cinco graus negativos, batendo um recorde que pertencia ao ano de 1968. E até hoje tem gente comentando também o rigoroso inverno de 2000.


Se a neve não dá as caras sempre, a geada é mais presente, mesmo quando oficialmente, pelo calendário, ainda é verão. Não adianta se empolgar se a noite está estrelada. Ao acordar, você pode ser surpreendido com um cenário branco e ser incapaz de enxergar um palmo a frente do seu nariz. As geadas chegam a acontecer cerca de 40 vezes por ano, quando o orvalho da manhã congela. Dai as placas de cuidado: gelo na pista cumprem a sua função. Algumas vias de acesso, como as serras do Rio do Rastro e do Corvo Branco, ficam intransitáveis. 

Dicas 


Não se decepcione se não conseguir fazer alguns passeios por causa do mau tempo e da névoa. Alguns simplesmente não valem a pena se a névoa estiver forte, e o tempo na Serra Catarinense é imprevisível. O Cânion das Laranjeiras (a 20 quilômetros do centro de Bom Jardim da Serra), é um exemplo. Localizado na Fazenda Santa Cândida, o acesso ao cânion é feito por trilhas acompanhadas por guias e não faz sentido caminhar por cerca de 40 minutos, chegar ao topo e não enxergar um passo a sua frente. 


Leve roupas confortáveis e ideais para trilhas. Algumas são bem tranquilas, ideais para iniciados, como a do Puma Solitário, no Rio do Rastro Eco Resort, em Bom Jardim da Serra.


Mesmo que opte por conhecer a Serra Catarinense no verão, leve roupas de frio. A noite e muitas vezes até durante o dia, a temperatura fica mais baixa e o frio é úmido.