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sábado, 10 de junho de 2017

CERVEJA PARA TODOS

As cervejas artesanais já são uma tradição em Santa Catarina. Aproveite esses roteiros para conhecer algumas das melhores do Estado.

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O Vale do Contestado está repleto de cervejarias e belezas naturais. Vale uma visita!
Para quem gosta de vinho, em Treze Tílias também há uma vinícola e em Videira, outras duas.

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O circuíto do Vale Europeu possui nove cervejarias que produzem pelo menos mais de um rótulo da bebida. No total, são 63 rótulos. Por isso, a visita terá que ser um pouco mais longa se quiser explorar toda a região.
Blumenau é a cidade com o maior número de cervejarias (quatro cervejarias) e de rótulos 34 ao todo.

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Rótulos dos Vales: 
Contestado 
• Canoinhas: Cervejaria Canoinhense - 4 rótulos
• Caçador: Cervejaria Patrona - 6 rótulos
Videira: Basement - 5 rótulos

Europeu
• Blumenau: Cervejaria Eisenbahn - 13 rótulos, 
                        Cervejaria Bierland - 13 rótulos,
                        Container British Beer - 5 rótulos, 
                       Wunder Bier - 3 rótulos
Gaspar: Das Bier (BrewPub) - 8 rótulos
Pomerode: Cervejaria Schornstein - 6 rótulos
Timbó: Cervejaria Bork - 4 rótulos
• Guabiruba: Kiezen Ruw - 6 rótulos




terça-feira, 16 de maio de 2017

ROTEIRO NA SERRA CATARINENSE

A Serra Catarinense é ideal para um roteiro de dois ou três dias. O local registra algumas das temperaturas mais baixas do Brasil e no inverno, se der sorte, é possível ver neve. A região compreende 17 municípios, a maioria com menos de 20 mil habitantes. Para conhecê-la, uma boa pedida é reservar hotel em Urubici ou São Joaquim.
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O que visitar

 Morro da Igreja, Pedra Furada e Cascata Véu de Noiva

A cerca de 30 km do centro de Urubici, o Morro da Igreja é o ponto habitado mais alto de toda a região sul do Brasil (1.822 m de altitude). Do alto, pode-se apreciar a Pedra Furada, cartão postal da Serra Catarinense. No caminho até o morro, vale a pena passar na Cascata Véu de Noiva, que possui uma queda de aproximadamente 62 metros. 


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 Gruta Nossa Senhora de Lourdes
Também em Urubici e rodeada por natureza, a gruta tem uma queda d'água de 10 metros de altura e uma imagem de Nossa Senhora de Lourdes em seu interior. 


 São Joaquim

A cidade conhecida por suas maçãs, vinhos e neve tem cativado os turistas. Reserve um dia para passear pelas praças Cesário Amarante e João Ribeiro, onde está a Igreja Matriz (construída com pedra basalto), conhecer a escadaria Belvedere e visitar os museus Histórico Municipal e de Artes de São Joaquim. 


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Onde ficar

 Rio do Rastro Eco Resort - Bom Jardim da Serra

Localizado no cânion da Serra do Rio do Rastro, este resort oferece vista privilegiada da região. 


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 Serra Bela Hospedaria Rural - Urubici 
O hotel fica no caminho que leva às montanhas e cânions do Morro da Igreja. 

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

ROTEIROS DE CICLOTURISMO EM SANTA CATARINA

Confira os destinos catarinenses que valem uma pedalada...

Não faltam opções de lugares em Santa Catarina para quem quer viajar sob duas rodas. As muitas estradinhas de terra do estado levam você a áreas inacessíveis de carro. Listamos aqui, algumas das melhores regiões para se aventurar de bike.


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Desenvolvido especialmente para o ciclo-turista, o circuito passa por nove municípios, com início e fim em Timbó, a 30 km de Blumenau. Em meio a Mata Atlântica, o trajeto foi pensado para fugir do asfalto, priorizando as estradinhas de terra. É uma região rica em cachoeiras e rios, no meio da Mata Atlântica. Conta com pontos de apoio, estrutura e sinalização ao longo dos 300km de percurso. A Circuito do Vale Europeu oferece pacote fechado, para quem não quiser se aventurar sozinho.


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Esse trajeto de 270km leva o ciclista a conhecer de bicicleta algumas das mais belas praias catarinenses, passando ainda por vales e montanhas. Ao todo, são percorridos 11 municípios, sendo o início e fim em Balneário Camboriú. Este é um dos melhores trajetos para quem está se aventurando sob duas rodas, pois não há tantas subidas e as vias estão conservadas e sinalizadas. Além disso, a distância entre cada cidadezinha não é tão longa, possibilitando o viajante a parar quando estiver cansado. O percurso pode ser feito, pedalando-se cerca de 50km por trecho. 


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

ROTEIRO PARA SURFISTAS

Santa Catarina tem um litoral lindo e repleto de points ideais para ir com uma prancha a tiracolo. Listamos os imperdíveis para quem está em busca da onda perfeita.

Surfista que é surfista encara o mar em qualquer estação. Mas é no verão que eles se reúnem em busca da onda perfeita. As praias ficam cheias de pranchas e o colorido no mar é uma das caras desta época do ano. Especialmente em regiões com inverno mais rigoroso, como o sul do Brasil
Praia da Vila 
Onde: Imbituba
A 90 quilômetros de Florianópolis, a Praia da Vila é um dos redutos mais famosos do surfe no Brasil. Para se ter uma ideia, a praia era, até pouco tempo, o único lugar da América Latina a sediar uma das etapas do Campeonato Mundial de Surfe (WCT). Em 2011, o Rio de Janeiro voltou a ser um dos pontos de disputa do campeonato.
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A proximidade da Praia da Vila com as ilhas Santana de Dentro e Santana de Fora é o principal fator responsável pela formação das ondas perfeitas, que podem chegar facilmente aos cinco metros de altura.
Praia do Silveira 
Onde: Garopaba 
Muitos surfistas consideram a Praia do Silveira, a melhor do Brasil para a prática do surfe. Ela também aparece em algumas listas como a quinta melhor do mundo. Com uma beleza estonteante e um aspecto selvagem, a praia tem 1,5 quilômetro de extensão e em seu canto esquerdo se formam as melhores ondas. Surfistas iniciantes costumam não se dar bem por lá.
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A cerca de dois quilômetros do centro de Garopaba, a paisagem é dominada por uma montanha com vegetação típica da Mata Atlântica. Pescadores também costumam frequentar a Praia do Silveira, pois lá é estuário de desova de tainha. 


sábado, 19 de novembro de 2016

TURISTAS SÃO RECEBIDOS EM COLÔNIA EM SC

Programa desenvolvido no interior de Santa Catarina permite que turistas fiquem em casa de agricultores e vivenciem a rotina no campo.


A Acolhida na Colônia (http://acolhida.com.br/) é um programa desenvolvido em pequenas propriedades dedicadas à agricultura orgânica, com o objetivo de aproximar o turista urbano da vida do campo. O programa nasceu na França, nos anos 80, e hoje em dia existe em vários países do mundo. O Brasil foi o primeiro país da América Latina a entrar no "Accueil Paysan" (http://www.accueil-paysan.com/en/), que em francês quer dizer "acolhimento campesino". 

A experiência-piloto começou no Sudeste de Santa Catarina e a ideia permanece até hoje. Os turistas são recebidos em casas de agricultores orgânicos. São cerca de cinquenta famílias dedicadas ao agroturismo e que oferecem atividades complementares, como hospedagem, alimentação, vendas de produtos, lazer, educação ambiental e turismo de conhecimentos.


Roteiros

Os roteiros podem ser feitos em apenas um final de semana, em feriados prolongados ou em férias.

Em um deles, que pode ser feito em quatro dias, o turista visita Anitápolis, a 110 quilômetros de Florianópolis, e Santa Rosa de Lima, que fica a 23 quilômetros de Anitápolis. Entre os destaques da cidade estão trilhas na mata, banhos de cachoeira, pesca, fogão à lenha, café colonial, visita a uma propriedade-modelo em agricultura orgânica e manejo florestal sustentável, passeio nas encostas da Serra Geral, visita às águas termais e rafting nas corredeiras do rio Braço do Norte. 



Em dois dias, é possível visitar Grão Pará, a 140 quilômetros de Florianópolis. Nesse roteiro, é possível encontrar a comida típica campeira, o delicioso café colonial, além de licores inesquecíveis. Entre as opções de passeios estão cavalgadas, trilhas, banho de rio, cachoeiras, pescaria no açude, passeio até a Serra do Corvo Branco, entre outros. 


Gravatal é outra opção de roteiro. Localizada a 100 quilômetros de Florianópolis, a cidade produz mel, bananas passa, tomate seco e molhos de tomates orgânicos. Os turistas podem conhecer um antigo engenho de farinha, além de fazer pesca no açude, trilhas pela Mata Atlântica e visitar a gruta do São Miguel.




POUSADA RODEIO VELHO - SÃO JOAQUIM 

Pousada Rural, localizada na localidade de Santa Isabel, São Joaquim, além da ótima hospedagem, servem o tradicional café colonial serrano, trilhas, pescaria, cavalgada e você se irá se sentir totalmente em sincronia com a natureza. 

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SÍTIO ARROIO DA SERRA - URUBICI 

Pousada Rural, associada ao Projeto Acolhida na Colônia. 

A imagem pode conter: nuvem, céu, árvore, atividades ao ar livre e natureza

SÍTIO SETE QUEDAS - URUBICI

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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

ROTEIRO LITORAL CATARINENSE

Baías tranquilas ou balneários badalados, as praias de Santa Catarina são as mais belas do sul do país!

1. Joinville (2 dias)
A tradição alemã da cidade-sede de um dos maiores festivais de dança do mundo pode ser desfrutada em quatro roteiros rurais repletos de cachoeiras e fartas mesas de café colonial.


2. São Francisco do Sul (2 dias)
É de 1504 a vila que guarda um dos últimos conjuntos de arquitetura colonial de origem açoriana do país. A cidade mais antiga do estado convida a um passeio de barco entre as 14 ilhas da baía da Babitonga. Só não deixe de ancorar para conhecer o acervo com mais de 80 barcos do Museu Nacional do Mar.


3 . Penha (3 dias) 
Não, o Beto Carrero World não é a única atração da cidade. Depois de se cansar da montanha-russa, dos brinquedos ou dos espetáculos do maior parque temático da América Latina, prove a boa cozinha açoriana local e estique as pernas em praias semi-desertas, como a Vermelha e a do Lucas.


4. Balneário Camboriú (3 dias)
Do alto do teleférico do Parque Unipraias dá para entender por que estamos em um dos destinos mais amados de Santa Catarina. A beleza de seu litoral (que agrada de naturistas a surfistas, de casais a famílias) contrasta, com a estrutura completa de cidade grande, com um calçadão movimentado e uma das vidas noturnas mais fervidas do país.


5. Porto Belo (1 dia)
Vale a parada. Não há nada como embarcar rumo à ilha que dá nome à cidade e passar horas fazendo snorkeling em suas águas transparentes.


6. Bombinhas (3 dias)
Ah, o mar de Bombinhas... É ele que todos querem: crianças brincam nas águas mansas, surfistas rasgam ondas perfeitas e mergulhadores se extasiam nas profundezas exuberantes da Ilha do Arvoredo. Busque mirantes como o Eco 360° para apreciar, das alturas, a imensidão azul.


7. Florianópolis (5 dias)
Daria para passar a vida toda nessa capital com quase 30 praias em uma única ilha, e onde não falta qualidade de vida. Com pouco tempo, invista na que tem o seu perfil. Ao sul estão os paraísos de pescadores e aventureiros. Famílias encontram mais os serviços urbanos nas praias do Norte. Perto da Lagoa da Conceição, um dos pontos da badalação, jovens esbanjam saúde na Joaquina e na Mole.


8. Guarda do Embaú (1 dia)
Só por barco ou por trilha se chega a algumas praias da Guarda, preservadas e com ares de destino secreto. Que o digam os surfistas, que as têm como um dos seus refúgios preferidos.


9. Garopaba (2 dias)
As mesmas águas eleitas pelas baleias-francas para dar à luz e alimentar seus filhotes atraem também a galera. À noite, praticantes de surfe, sandboard e as beldades que os seguem lotam bares e restaurantes.


10. Praia do Rosa (2 dias)
Sobra charme a essa baía que é uma das mais belas do mundo, com sua natureza bem-cuidada, pousadas aconchegantes e restaurantes estrelados. Do centrinho saem as trilhas que desembocam na areia. As baleias-francas também adoram o Rosa – e, como têm bom gosto, sempre voltam.




quarta-feira, 24 de agosto de 2016

ROTEIRO 48 HORAS EM FLORIANÓPOLIS

É impossível resistir aos encantos de Florianópolis – ou, simplesmente, Floripa. Só as praias, lagoas, dunas e montanhas já valem a viagem. Mas além das belezas naturais, a capital catarinense reúne construções históricas e variada gastronomia. Seus moradores, os “manezinhos da ilha”, são simpáticos com seu sotaque peculiar, herança dos colonizadores açorianos.

Florianópolis...:

Não é à toa que Floripa atrai tantos turistas do Brasil e do lado de lá da fronteira. Os hermanos são presença constante no verão. Muitos até se mudaram de vez, já que Florianópolis é a capital com melhor qualidade de vida do país.

Florianópolis - Santinho:
Com 60 quilômetros de extensão, as distâncias de uma praia a outra são bem longas e compensa alugar um carro. 48 horas em Florianópolis é muito pouco para descobrir as atrações da ilha. Mas, com certeza, é um convite para uma próxima viagem.
Dia 1
Praia é o que não falta em Florianópolis: 42 esparramam-se pela ilha – e sem contar aquelas menores, escondidinhas e sem nome. Com tantas opções, é difícil escolher uma só. Tire a manhã para conhecer a Praia Mole, a mais baladeira de todas. As ondas fortes atraem os surfistas enquanto o morro à direita é usado como rampa de decolagem para o voo livre. A praia ainda tem uma vantagem a mais: na fofa faixa de areia rola um forte clima de paquera.

estrada-praia-mole-florianopolis:

Colada à Praia Mole fica Joaquina, outro famoso point de surfistas e sede de campeonatos internacionais. Se o mar não for sua praia, arrisque-se no sandboard, o surfe na areia. O desafio é deslizar pelas dunas em pé, sobre a prancha, sentindo o ventinho bater no rosto. Mas se preferir algo menos radical, encare o esquibunda, em uma prancha um pouco mais larga. Várias barracas na praia alugam as pranchas.
Praia da Joaquina  em Florianopolis, Brasil:
Pertinho dali está a Lagoa da Conceição. As águas da maior lagoa da ilha ficam coloridas com as velas de windsurfe e kitesurfe. Dá para fazer uma aulinha rápida com instrutores e aprender algumas manobras. Faça uma caminhada na Avenida das Rendeiras, que contorna a lagoa, repleta de lojas que vendem a tradicional renda de bilro. Aproveite para fazer comprinhas de peças feitas artesanalmente à mão, como toalhas e vestidos.

Lagoa da Conceicao, Florianopolis, Brazil:
A Lagoa também concentra bons restaurantes, como O Barba Negra. No almoço, não deixe de provar a famosa sequência de camarão, que se tornou praticamente uma atração turística. O visitante pode se esbaldar nesse “rodízio” que começa com casquinhas de siri e continua com camarão ao alho e óleo, ao bafo, à milanesa e filé de peixe ao molho de camarão.

Destemperados Sequência de Camarão na Casa do Chico #floripa:
E que tal curtir uma balada em plena luz do dia? A Praia de Jurerê Internacional reúne beach lounges que lhe dão um ar sofisticado de Ibiza e Punta del Este. As festas regadas a espumantes e música eletrônica são perfeitas para curtir o fim de tarde à beira-mar. O Cafe de la Musique, filial da casa paulistana, oferece cardápio internacional e espreguiçadeiras confortáveis na areia.

Ferraris em Jurerê!:
Depois do esquenta na praia, nada melhor que curtir a noite de Floripa. Os mais baladeiros podem se esbaldar na pista ao som eletrônico ali mesmo em Jurerê. O complexo Music Park abriga três grandes casas: Pacha, Posh e Terraza. Agora se a ideia é curtir um bar com a dobradinha petisco e cerveja, siga para o Centro onde está o Botequim Floripa.
Dia 2
Deixe o segundo dia para descobrir o Centro Histórico. Boa parte das antigas construções em estilo neoclássico foram restauradas. Escolha como ponto de partida a Praça 15 de Novembro, onde a cidade foi fundada. Impossível deixar de notar a gigantesca e centenária figueira, com galhos que se estendem pela praça. Os moradores garantem que contornar a árvore várias vezes atrai fortuna e casamento.

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Faça um pit stop no charmoso Café Cultura, instalado em um imóvel tombado pelo Patrimônio Histórico. Tome uma xícara do saboroso café, que leva o nome da casa, acompanhado de um waffle de frutas vermelhas.

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De volta à caminhada, entre na Catedral Metropolitana, erguida em 1773, no ponto mais alto da Vila de Nossa Senhora de Desterro, como Florianópolis foi batizada. O edifício passa por um intenso restauro, mas repare nos delicados vitrais e altares que já foram recuperados.

Cathedral da Cidade de Florianopolis:
A poucos passos dali fica a Casa da Alfândega, de 1876. O prédio abriga barracas que vendem o típico artesanato local, com peças de cerâmica, barro e palha. Leve algumas lembrancinhas, como o colorido boi de mamão. O boizinho de cerâmica, herança dos colonizadores açorianos, faz parte do folclore local.

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Vale a pena conhecer o Museu Victor Meirelles, instalado na simpática casa onde viveu o pintor catarinense. O acervo reúne pinturas, aquarelas e desenhos, como a famosa tela “Degolação de São João Batista”, de 1855.

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Siga para o Mercado Público onde as barracas vendem de camarões graúdos a doces típicos. A dica para o almoço é o Box 32, famoso pelo pastel recheado com inacreditáveis 100 gramas de camarão. Prove também uma porção de ostras frescas, já que a cidade é a maior produtora do país. Tampouco seria um pecado ir embora sem degustar um bolinho de bacalhau e a tradicional cachamel, cachaça envelhecida com mel.


De lá, dê uma esticadinha até a Praia do Campeche, uma das mais próximas do centro, apesar dos 20 quilômetros de distância. É tão badalada quanto Jurerê Internacional e Mole, mas sua natureza mais rústica, com ventos fortes e mar agitado, atrai fãs de surf e kitesurfe. Sua extensa faixa de areia servia de campo de pouso para o correio aéreo francês na década de 20. Um dos seus funcionários, o escritor Antoine de Saint-Exupéry, costumava descansar na região. E uma curiosidade: os antigos moradores dizem que o nome Campeche vem do apelido que ele deu ao lugar: Campo de Pesca – ou em francês, Champ du Pêche. O certo é que sua obra mais famosa, O Pequeno Príncipe, batiza a principal avenida do balneário.

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Para se despedir de Floripa, vá até a Ponte Hercílio Luz. Construída para ligar a parte continental à ilha, a enorme estrutura de 75 metros de altura se tornou o cartão-postal da cidade. A ponte está fechada para (uma eterna) restauração, mas continua procuradíssima para fotos, principalmente ao pôr do sol. À noite, a iluminação realça ainda mais sua beleza e, de quebra, rende ótimos cliques.

Ponte Hercílio Luz: faz a ligação da ilha com o continente. Florianópolis (SC):