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domingo, 12 de novembro de 2017
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
VENCEDORES DO PRÊMIO O MELHOR DE VIAGEM E TURISMO 2017/18 EM SANTA CATARINA
Entre os premiados, destaca-se Santa Catarina, que recebe o título de Melhor Estado pela décima vez.

Santa Catarina ainda figura em dois prêmios: a capital, Florianópolis, foi considerada o Melhor Destino de Praia,
enquanto o prêmio de Melhor Parque Temático ficou para o Beto Carrero World, localizado em Penha, no litoral norte do estado.
quinta-feira, 29 de junho de 2017
TEMPEROS MISTURADOS
A gastronomia catarinense apresenta pratos com características de diversos países do Velho Continente. São iguarias que se mantêm tradicionais até hoje, mesmo com as tendências contemporâneas na culinária.
Um Estado com muitas influências europeias. Assim é Santa Catarina. Ao longo dos anos, pessoas de diferentes nacionalidades ocuparam partes da região e a mistura dessas distintas origens moldou não apenas a cultura como também a gastronomia do Estado. Santa Catarina recebeu várias etnias, contudo, algumas se sobressaem: os descendentes de italianos representam 45% da população; os alemães, 35%; os açorianos, 8% e os poloneses, 5%.

As migrações europeias em Santa Catarina tiveram início, efetivamente, no século 18 com os portugueses das ilhas do Arquipélago dos Açores, enviados por Portugal para efetivar a ocupação do território catarinense e ainda resolver problemas de excesso de população da ilha de onde vinham.

Em meados do século 19, foi a vez da chegada dos alemães. Eles adaptaram suas receitas aos ingredientes locais. Já os italianos chegaram perto de 1880, apresentando a culinária e as técnicas de conservas que fazem parte até hoje da cozinha de Santa Catarina.
A chegada dos estrangeiros incorporou à gastronomia local novos sabores. A maionese de batatas nada mais é do que a kartoffelsalad, salada de batata de receita trazida pelos imigrantes germânicos. Assim como em São Paulo, o macarrão – ou "a pasta" italiana – é largamente consumida em Santa Catarina. Da influência italiana (principalmente daqueles do norte da Itália) veio também a farinha de milho (fubá) para produção da polenta.
Futuro garantido
Se até agora a influência estrangeira se manteve presente na gastronomia, como saber se ela não se perderá com o tempo? Será possível que as tradições sejam conservadas mesmo com as novas tendências da culinária? "Algumas coisas se perdem, é natural. Por exemplo, poucos descendentes de açorianos ainda usam a mandioca como principal guarnição.
Atualmente, Santa Catarina conta com muitos eventos gastronômicos que proporcionam ao turista uma oportunidade para saborear pratos típicos e dão uma ideia do alto impacto da influência europeia na culinária local. Festa do Pinhão, Oktobertanz, Tirolerfest, Festa da Ovelha, Fenaostra, Marejada e Oktoberfest são maneiras de relembrar as tradições e mantê-las vivas na memória da população.
sábado, 10 de junho de 2017
CERVEJA PARA TODOS
As cervejas artesanais já são uma tradição em Santa Catarina. Aproveite esses roteiros para conhecer algumas das melhores do Estado.
O Vale do Contestado está repleto de cervejarias e belezas naturais. Vale uma visita!
Para quem gosta de vinho, em Treze Tílias também há uma vinícola e em Videira, outras duas.
O circuíto do Vale Europeu possui nove cervejarias que produzem pelo menos mais de um rótulo da bebida. No total, são 63 rótulos. Por isso, a visita terá que ser um pouco mais longa se quiser explorar toda a região.
Blumenau é a cidade com o maior número de cervejarias (quatro cervejarias) e de rótulos 34 ao todo.

Rótulos dos Vales:
Contestado
Europeu
Cervejaria Bierland - 13 rótulos,
Container British Beer - 5 rótulos,
Wunder Bier - 3 rótulos
quinta-feira, 18 de maio de 2017
HERANÇA DOS TROPEIROS
A introdução do churrasco nos costumes do Estado remonta à época quando os tropeiros cruzavam a região. A proximidade com o Rio Grande do Sul também influenciou o costume.

Todo sábado, os hóspedes do hotel do Rio do Rastro Eco Resort se reúnem no Galpão Crioulo para vivenciar uma festa campeira, típica da região. O ritual ocorre há nove anos e é uma maneira de transmitir aos turistas um pouco das tradições da Serra de Santa Catarina. No centro das atenções está um prato que muita gente não sabe que é típico da região: o churrasco feito no fogo de chão. Herança da corrente migratória dos tropeiros, o churrasco segue presente não apenas nas festas catarinenses, como é prato corriqueiro nas casas da população.
No século XIX, o território catarinense era cortado por tropeiros que faziam a travessia de gado entre São Paulo e o Rio Grande do Sul. Durante as pausas rápidas para descanso, os animais eram abatidos para alimentar as tropas famintas e o churrasco era preparado em fogo de chão e temperado com cinzas. Este costume da preparação da carne na brasa aos poucos foi introduzindo-se à região.
A influência dos tropeiros nos costumes culturais ocorreu naturalmente. Eles deixaram sua marca, sobretudo, na culinária local, que, além das interferências de fora, de colonos e imigrantes, também foi influenciada pela cultura serrana e campeira. Este é o caso do feijão-tropeiro, do arroz de carreteiro e, claro, do churrasco com chimarrão, influência da proximidade com os gaúchos, misturado ao uso do delicioso fruto das araucárias, o pinhão.
Particularidades
Cada região de Santa Catarina prepara o churrasco de uma forma. Onde havia circulação de tropeiros, ele é preparado tradicionalmente. Peças grandes de carne de gado ou ovelha, no espeto de madeira assado direto na brasa ou no fogo de chão. Em outras regiões, como no litoral catarinense, muitas vezes, o churrasco é feito em filés com aproximadamente dois ou três dedos de espessura, que vão rapidamente ao fogo muito alto, o que deixa a carne macia e suculenta.
Cada região de Santa Catarina prepara o churrasco de uma forma. Onde havia circulação de tropeiros, ele é preparado tradicionalmente. Peças grandes de carne de gado ou ovelha, no espeto de madeira assado direto na brasa ou no fogo de chão. Em outras regiões, como no litoral catarinense, muitas vezes, o churrasco é feito em filés com aproximadamente dois ou três dedos de espessura, que vão rapidamente ao fogo muito alto, o que deixa a carne macia e suculenta.
Uma das especificidades do churrasco catarinense é a carne fresca. A carne bovina é curtida no sal por aproximadamente 12 horas antes de virar um suculento churrasco. Quem participa do ritual do Rio do Rastro Eco Resort tem a oportunidade de provar a iguaria. "Maturamos a carne de boi em um dia e apenas no dia seguinte ela vai para o espeto", relata Ivan Cascaes, proprietário do hotel. Lá o churrasco é feito tanto na churrasqueira normal quanto no fogo de chão, que nessa época em que predomina o frio, serve também para as pessoas se aquecerem. Entre os acompanhamentos servidos está a tradicional paçoca de pinhão.

O típico churrasco catarinense contém carne bovina, salsichão, ave e, em alguns momentos, a carne suína. O preparo catarinense envolve deixar as carnes como aves e suínos em tempero de um dia para outro em uma vinha d'alhos. Esta herança é decorrência da influência da colonização italiana, que trouxe este costume para o preparo do churrasco catarinense.
Churrasco não é tudo igual
Apesar da proximidade, a maneira catarinense de preparar a carne difere da gaúcha
Gaúcho
• Temperado apenas com sal grosso.
• A costela é a carne predileta.
• Preparo em fogo de chão e assando as carnes mais afastadas do fogo, para que cozinhem devagar e fiquem macias.
• Servido pelo churrasqueiro no espeto diretamente ao consumidor à mesa.
Catarinense
• Peças grandes, geralmente, assadas em churrasqueiras, na grelha, mais próximas ao fogo para que sua cocção seja rápida, mantendo a carne macia e suculenta.
• Temperado em salmoura ou sal grosso. Também usam temperos variados, como vinha d'alhos.
• Nas festas de igreja, são servidos os filés americanos temperados em salmoura e assados na grelha, chamados chuletas.
• A carne é servida já cortada em pedaços menores ou lascas para as pessoas comerem durante o preparo da carne.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
AS 15 MELHORES CIDADES PARA SE VIVER EM SANTA CATARINA
A partir do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) listamos os municípios catarinenses mais bem avaliados...
Basicamente, são levados em conta três itens: vida longa e saudável (longevidade), acesso ao conhecimento (educação) e padrão de vida (renda). A partir dos cálculos de cada um desses fatores, se chega ao índice geral de IDHM, organizado no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (http://www.atlasbrasil.org.br/2013/), divulgado em 2013.

A capital de Santa Catarina aparece na primeira posição entre as cidades catarinenses com melhor IDHM, com um índice de 0,847. Uma das três capitais insulares do Brasil, Florianópolis é mundialmente conhecida pelas belas praias, que atraem turistas do mundo todo. Na economia, a capital catarinense se destaca no comércio e serviços, em boa parte impulsionados pelo turismo, produção de mariscos e atuação de empresas de tecnologia. A cidade também abriga a sede da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O segundo melhor índice de desenvolvimento humano das cidades de Santa Catarina pertence a Balneário Camboriú, com 0,845. Município da foz do Rio Itajaí com população de 125 mil habitantes, segundo dados do IBGE de 2014, a cidade chega a abrigar 1 milhão de pessoas durante a alta temporada. São milhares de turistas que buscam a cidade para desfrutar de suas praias. Assim como Florianópolis, Balneário Camboriú baseia sua economia na prestação de serviços e no comércio.
3. Joaçaba
Em terceiro lugar, com IDHM de 0,827, está o município de Joaçaba. Localizada longe das praias, no Oeste catarinense, a cidade tem pouco mais de 28 mil habitantes e integra a região do Contestado, alvo de disputa entre Paraná e Santa Catarina no começo do século 20. Inicialmente, o nome da cidade era Cruzeiro e posteriormente mudou para Joaçaba, que em tupi tem significado parecido: “cruz”. Na economia, o município se destaca na indústria de equipamentos agrícolas e na produção agropecuária.
4. Joinville
Com 550 mil habitantes, Joinville é a cidade mais populosa de Santa Catarina. Localizada na região nordeste do estado, está em 21ª colocação entre as cidades brasileiras com melhor IDHM, com índice de 8,809. Conhecida como “cidade das flores”, o município organiza todos os anos a tradicional Festa das Flores, evento oficial do município há mais de 70 anos. Outro evento de destaque é o Festival de Dança, considerado um dos maiores do mundo. Em Joinville está localizada a única Escola do Teatro Bolshoi fora da Rússia, com 305 alunos do Brasil, Argentina, Colômbia, Holanda e Paraguai. Economicamente, Joinville é o terceiro maior polo industrial do sul do Brasil, abrigando diversas empresas, inclusive a Fundição Tupy, a maior do mundo em seu segmento.
5. São José
Integrante da Região Metropolitana de Florianópolis, São José tem o mesmo índice de IDHM de Joinville, mas apresenta resultado ligeiramente menor em relação a itens específicos, como longevidade. Com 225 mil habitantes, o município está em 5º lugar no ranking da economia de Santa Catarina, principalmente graças às mais de 1.200 indústrias e os 6.300 estabelecimentos comerciais. A pesca artesanal, a maricultura, produção de cerâmica utilitária e a agropecuária completam o perfil econômico da cidade.
6. Rio Fortuna
A pequena Rio Fortuna, com 4.500 habitantes, a maioria vivendo na área rural, tem IDHM de 0,806, mesmo índice de Blumenau, mas aparece à frente por apresentar melhores resultados na avaliação de renda e escolaridade. Localizada ao pé da Serra Geral, a cidade é cercada por montanhas e vales, apresentando bom potencial ecoturístico. Na economia destaca-se pela produção de leite, de móveis e de madeira.
A cidade da Oktoberfest brasileira tem população de 310 mil habitantes. Chamada de “pequena Alemanha”, Blumenau foi fundada por alemães em 1850. A influência germânica se mantém até hoje nos costumes, edificações e na principal festa da cidade, a Oktoberfest Blumenau, que atrai mais de 450 mil pessoas. Economicamente, além do turismo, a cidade destaca-se pela produção de têxteis, abrigando fabricantes de grandes marcas de roupas, metalurgia, mecânica e informática.

Com IDHM de 0,803, o município tem população de 160 mil habitantes e está entre os principais polos econômicos de Santa Catarina. Algumas das maiores empresas do Brasil nos setores metal-mecânico e de confecções tem sede na cidade. A festa tradicional mais popular é a Schützenfest (Festa do Atirador) organizada pela Associação de Clubes e Sociedades de Tiro do Vale do Itapocu e Fundação Cultural de Jaraguá do Sul. O evento resgata as tradições germânicas e oferece durante 10 dias apresentações musicais e folclóricas, competições de tiro, comidas típicas e desfiles.
9. Rio do Sul

Principal município da região do Alto Vale do Itajaí, possui IDHM de 0,802 e população de 66 mil habitantes. Economicamente a cidade se destaca na área da indústria, principalmente nos setores metal-mecânico, eletrônico e confecções. Para manter as tradições germânicas, anualmente a cidade promove a Kegelfest – Festa Nacional do Bolão. Como é banhada por vários rios, Rio do Sul de tempos em tempos precisa lidar com os prejuízos causados pelas enchentes.
10. São Miguel do Oeste
Maior município do Extremo-Oeste de Santa Catarina, possui 40 mil habitantes e IDHM de 0,801. O nome do município é uma junção do nome do padroeiro da cidade, São Miguel Arcanjo, e do nome do distrito que deu origem à cidade, Vila Oeste. Na economia predominam as pequenas e médias empresas, com destaque para as indústrias do setor metal-mecânico, construção civil e comércio. Outro grande gerador de renda é o setor agropecuário, principalmente a produção de carne e leite.
11. Concórdia
Com IDH de 0,800 e 72 mil habitantes, Concórdia, a 450 quilômetros de Florianópolis, é terceira maior cidade do oeste catarinense e lidera a produção nacional de suínos e aves. Não por acaso, ali nasceu a Sadia. A maior bacia leiteira de Santa Catarina e o Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves também estão em Concórdia. Em 2014, o município obteve o primeiro lugar estadual no índice Firjan de qualidade de vida, que leva em conta indicadores de educação, saúde, emprego e renda.
12. Tubarão
Engana-se quem pensa que a cidade localizada no Sul catarinense deve seu nome ao peixe de dentes afiados e que causa medo em muita gente. Com 100 mil habitantes e IDHM de 0,796, Tubarão é chamada assim devido ao Rio Tubarão, que corta a cidade, e que em tupi-guarani era chamado de Tubá-Nharô (“pai feroz”). Em 1974 a cidade enfrentou uma grande enchente, mas conseguiu se recuperar. Hoje, destaca-se como um polo comercial da região. No turismo, atrai visitantes graças às estâncias termais e o passeio turístico ferroviário com locomotivas a vapor. É a cidade sede da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul).
13. Itapema
Conhecida como “Capital dos Ultraleves” por causa do número de voos, Itapema é reconhecida pela boa infraestrutura que oferece aos visitantes de suas belas praias, cercadas por morros e vegetação. Com IDHM igual ao de Tubarão, só fica abaixo dela pelo desempenho menor em educação. A cidade foi colonizada por portugueses e até hoje mantém resquícios da cultura açoriana. Está entre as cidades catarinenses que mais recebe turistas e tem no setor a principal fonte de renda.
14. Itajaí

A sede do maior porto pesqueiro do país possui IDHM de 0,795. Localizada na foz do Rio Itajaí-Açu, a cidade foi colonizada inicialmente por portugueses, depois por alemães, e sempre teve uma forte ligação com a navegação. O Porto de Itajaí é o segundo maior porto brasileiro em movimentação de cargas em contêineres e o maior exportador de carnes congeladas do país. O município ainda abriga cerca de 50 empresas beneficiadoras de pescado. A frota de pesca conta com 500 barcos e responde por 20% da produção nacional. Em Itajaí também está localizada a maior universidade privada de Santa Catarina.
15. Brusque
Com 105 mil habitantes, Brusque tem o mesmo IDHM de Itajaí, mas é superada nos índices educacionais. Sua economia é baseada nos setores metal-mecânico, têxtil, comércio e serviços. Foi colonizada principalmente por germânicos, mas também recebeu outros povos, como irlandeses, britânicos, americanos, italianos e poloneses. A festa oficial do município é a Fenarreco – Festa Nacional do Marreco, realizada em outubro, e que conta com comidas típicas alemãs, apresentações folclóricas e musicais e feira com diversos produtos.
sábado, 26 de setembro de 2015
SANTA CATARINA RECEBE PRÊMIO DE MELHOR DESTINO TURÍSTICO - 2015/2016
Pela 7ª vez em 8 anos Santa Catarina recebe o prêmio Melhor Estado – O Melhor de Viagem e Turismo, nomeado pela revista Viagem e Turismo da Editora Abril.
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
SANTA CATARINA
Nos 500 quilômetros do litoral catarinense encontram-se talvez as praias
mais agitadas no verão brasileiro. Das águas cor verde-esmeralda que
fazem de Bombinhas, no norte do estado, um paraíso para mergulhadores à Praia do Rosa e a Guarda do Embaú,
reduto de surfistas no sul, a estação é marcada pelos congestionamentos
provocados por carros com placas de estados vizinhos e, sim, ainda
hoje, vindos também da Argentina.
Se Balneário Camboriú ostenta um perfil mais democrático, acolhendo de baladeiros à terceira idade, na capital Florianópolis, está Jurerê Internacional, uma Miami Beach repleta de mansões e lounges à beira-mar, em que uma garrafa de vinho espumante pode custar quatro dígitos. Sossego? Bem, só mesmo nas suítes de resorts como Costão do Santinho (em Floripa) e Ponta dos Ganchos (em Governador Celso Ramos).
Joinville a primeira, e Blumenau,
a terceira cidades mais populosas do estado, são os polos do chamado Vale Europeu, região de colonização alemã e italiana, recentemente
descoberto também para o turismo de aventura. Com ponto de partida em Timbó
e passagem por nove municípios, ali está o primeiro roteiro de
cicloturismo do Brasil. A tranquila Blumenau se transforma numa pequena
Munique a cada mês de outubro durante a Oktoberfest, segunda maior festa
da cerveja no mundo, atrás apenas da original, na Bavária.
Em busca de
neve, que tem aparição bissexta, turistas invadem, no inverno,
cidadezinhas como São Joaquim e Urubici, na Serra Catarinense, onde, em junho de 1996, foi registrada a temperatura mais baixa do país: 17,8 graus negativos.
Se Balneário Camboriú ostenta um perfil mais democrático, acolhendo de baladeiros à terceira idade, na capital Florianópolis, está Jurerê Internacional, uma Miami Beach repleta de mansões e lounges à beira-mar, em que uma garrafa de vinho espumante pode custar quatro dígitos. Sossego? Bem, só mesmo nas suítes de resorts como Costão do Santinho (em Floripa) e Ponta dos Ganchos (em Governador Celso Ramos).
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
SANTA CATARINA - O MELHOR ESTADO DO BRASIL
Estado recebe a distinção pelo sétimo ano consecutivo na edição 2013/2014
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