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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

GAROPABA FOI CENÁRIO DE CAÇA ÀS BALEIAS

Abate foi proibido em 1973, mas a cidade ainda relembra a época em museu para reforçar a importância da preservação da espécie...

As memórias de um passado próximo, quando caçar baleias era uma atividade comum no litoral catarinense, ainda estão vivas na Praia de Garopaba. Na breve caminhada pela areia antes do passeio de barco para observar as francas, é possível avistar ossos das gigantes dos mares sob os barracões onde os pescadores guardam equipamentos. Mandíbulas inteiras estão ali. 

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Aos 96 anos e com uma lucidez impressionante, Setembrino dos Santos lembra dos tempos em que participou da atividade - ele conta que ajudou a arpoar três baleias. "A gente ia em três ou quatro (homens) no barco para matar a baleia e arrastar para a areia. Naquele tempo não tinha motor, era no remo, mesmo", conta. "Baleia é peixe manso (sic)." De acordo com seu Bino, como o aposentado é conhecido por lá, a pesca de baleias não era lucrativa - ao menos para ele. "Eu pegava o dinheiro e comprava cachaça", conta. A franca era retalhada ainda em Garopaba e levada para uma central de processamento em Imbituba. "Às vezes saíam cinco caminhões daqui. Lá eles derretiam o toucinho."

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As primeiras armações baleeiras de Santa Catarina foram construídas por colonizadores portugueses em meados do século 18. A estação de Imbituba, de 1796, foi restaurada e abriga hoje um museu que conta a história da caça e serve como espaço de reflexão sobre a importância da preservação desses mamíferos. 

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Aberto em 2003, o Museu da Baleia tem uma série de painéis com mapas e ilustrações sobre a relação entre homens e baleias desde a pré-história. O que mais chama a atenção, contudo, são os equipamentos empregados na caça - diferentes tipos de arpões - e no beneficiamento do animal. O tamanho dos tanques de cozimento, nos quais pedaços de gordura viravam óleo, impressiona. A substância era usada como combustível na iluminação pública e, misturada a areia e pedras, como argamassa na construção civil. Uma baleia adulta rendia 6 mil litros de óleo. 

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A armação de Imbituba foi desativada em 1973, ano em que foi morta a última baleia na cidade - em 1987, o governo brasileiro promulgou lei que proibiu a caça aos mamíferos (um ano após a proibição internacional). Estima-se que a população de francas antes de séculos de atividade baleeira no Hemisfério Sul oscilava em torno de 100 mil indivíduos. Hoje, são cerca de 8 mil. Lamentável, mas um dos painéis do museu lembra, acertadamente: "Condenar a caça à baleia hoje não implica desconhecer o contexto em que essa atividade se desenvolveu no passado".

sábado, 5 de setembro de 2015

GAROPABA

A via principal de Garopaba, a Avenida João Orestes de Araújo, leva direto à Praia de Garopaba (ou Central), o que a torna muito movimentada. As melhores opções gastronômicas estão ali perto, no Centro, mas os pontos mais bonitos do litoral ficam afastados: a Praia da Silveira, com acesso somente por estrada de terra, e a da Ferrugem, que tem um vilarejo ao seu redor. Não deixe de conhecer as Dunas do Siriú, que têm barracas que alugam pranchas de sandboard. No inverno, também há motivo para conhecer a região: é quando as baleias-francas chegam ao litoral catarinense.

http://www.garopaba.sc.gov.br/turismo/

HOTÉIS sugestões

http://www.silveiraecovillage.com.br/index.php

POUSADA ARTHEMIS
Longe do agito das praias, pois fica a caminho da Ferrugem. Tem quartos com chuveiro de aquecimento central e camas confortáveis.

http://www.pousadaarthemis.com.br/

RESTAURANTE sugestão

http://restaurantezanoni.blogspot.com.br/

ATRAÇÕES

COMPRAS
ATELIÊ ESPINHA DE PEIXE
Vende luminárias, mesas, mosaicos, espelhos, painéis e porcelanas. Fique de olho quando passar pela Praia do Rosa: algumas pousadas de lá são decoradas com peças da loja.

http://www.atelieespinhadepeixe.com.br/

PASSEIO
Os cetáceos elegem o litoral catarinense no inverno para dar à luz e alimentar seus filhotes. De julho a novembro, os passeios de observação são precedidos de palestras e levam pelo menos 1h30. É preciso reunir um mínimo de seis pessoas (só maiores de seis anos) para o barco sair. R$ 90 a R$ 140 (fins de semana e feriados). Turismo Vida Sol e Mar, 3254- 4199.

http://vidasolemar.com.br/

PRAIAS sugestões
Isolada pelo vilarejo de mesmo nome, ganha vida na alta temporada com jovens em busca de diversão. No restante do ano, quem domina a área são os surfistas, já que essa é uma das melhores praias para a prática do esporte.


É uma das mais bonitas da região, sem bares ou quiosques. A faixa de areia fica entre dois montes - para chegar, é preciso subir e descer o Morro da Silveira. A passagem para carros é estreita e não há muito espaço para estacionar.


TURISMO DE AVENTURA
SANDBOARD
A atividade é praticada nas Dunas do Siriú. Na beira da estrada que vem de Garopaba, barracas alugam as pranchas (R$ 10 por dia) para descer em pé ou sentado.













terça-feira, 20 de março de 2012

PRAIAS DA FERRUGEM, SILVEIRA E VERMELHA - GAROPABA

Garopaba é o point da galera.

É o point da galera que pratica surf e sandboard. O agito maior é no verão, quando as praias ficam abarrotadas de gente jovem e bonita.  

Garopaba é um prato cheio para quem gosta de badalação.


Roteiro de Viagem:
1º Dia
Check-in no Morro da Silveira Eco Village. Restante do dia livre.
2º Dia
Café da manhã no Morro da Silveira Eco Village. Transfer para conhecer as praias Vermelha e Ferrugem.

3º Dia
Café da manhã no Morro da Silveira Eco Village. Check-out e embarque com destino a sua cidade de origem.